Kyo-machiya

November 7, 2016

Kyo-machiya

Por Yukari, Saki, Beatriz

 

O que é a Kyo-machiya?

Kyo-machiya são as casas típicas de Quioto. Foram construídas com um estilo que junta moradias para residência e trabalho. O seu estilo arquitetónico é conhecido por Machiya-zukuri.

Kyo-machiya são duas palavras homófonas, com o mesmo som, mas com duas grafias diferentes, em japonês. Quando serve como residência é escrito 京町家 e quando serve como loja é escrito 京町屋. A casa Kyo-machiya tem a sua origem no Período Heian (794-1185)e sua forma original no Período Edo (1603-1868). Desde então, tem mudado pouco pouco, principalmente desde fim do Período Taisho (1912-1926) até inícios do Período Showa (1926-1989), quando se diz que se formou a atual arquitetura Kyo-machiya.

 

 

As diferentes categorias de Kyo-machiya

 

  • TSUSHI-NIKAI: Casas de dois andares. O primeiro andar costuma ter um teto mais baixo. Foram construídas até o final do Período Meiji (1868-1912).
  • SO-NIKAI : Casas de dois andares, ambos com a mesma altura. As janelas são de vidro. Foram construídas até o início do Período Showa.
  • KANBAN-KENCHIKU : Casas de dois andares, em que as paredes exteriores foram renovadas. Foram construídas até meados do Período Showa.  Kyo-machiya atualA Kyo-machiya é usada como casa, restaurante, hotel ou lugar para relaxar, etc… A Kyo-machiya é um símbolo da cultura e história da cidade de Quioto, sendo parte importante na vida dos seus habitantes.

 

Cerca de metade das Kyo-machiya são de tipo SO-NIKAI e 20% de tipo KANBAN-KENCHIKU. Em geral, a planta de uma casa Kyo-machiya tem 3 divisões (loja, cozinha e sala de estar), unidos por um corredor.

 

Kyo-machiya atual

 

A Kyo-machiya é usada como casa, restaurante, hotel ou lugar para relaxar, etc… A Kyo-machiya é um símbolo da cultura e história da cidade de Quioto, sendo parte importante na vida dos seus habitantes.

 

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Exemplo de Restaurante Italiano em estilo Kyo-machiya

Akoyachaya

Akoyachaya – um restaurante de ochazuke

阿古屋茶屋by Yukari Miyakawa, Saki Hamada, Beatriz Tanaka

 

O ochazuke é o nome de um prato japonês, que consiste em arroz com chá.

É hábito comer o ochazuke com tsukemono (vegetais em conserva) ou outras iguarias.

 

Como surgiu o ochazuke

Diz-se que o consumo de ochazuke tornou-se comum em meados do período Edo (1603-1868), entre as pessoas comerciantes e artesãos. As pessoas tinham que comer rápido por causa do trabalho e, nesse período, não existiam ainda técnicas para esquentar e conservar arroz. Então as pessoas começaram, a deitar o chá quente no arroz. Mais tarde, começaram a aparecer restaurantes de ochazuke, sendo considerado algo como nós vemos o fast-food, hoje em dia. Em Kyoto, o ochazuke era conhecido como bubuzuke.

 

 

 

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A especialidade deste restaurante é o rodízio de ochazuke. Aqui os clientes podem desfrutar o arroz, o chá e o tsukemono tão típicos do Japão.

O restaurante Akoyachaya fica no meio de Ninenzaka e Sangenzaka. Esta área é conhecida por Kyoto Kiyomizu, pois é aqui que fica o famoso Templo Kiyomizu.

 

Neste restaurante, podemos comer de três maneiras diferentes;

1.O arroz só com tsukemono, aproveitando o seu sabor natural.

2. Comer arroz com tsukemono e chá quente (Hoji-cha)

3. Okayu(uma papa de arroz) para finalizar阿古屋茶屋2

Para sobremesa, este restaurante oferece Monaka, um doce japonês feito com arroz. Em Akoyachaya, os clientes têm dois tipos de feijão doce à disposição no Monaka: Anko (feijão doce) e Kuri-Anko (feijão doce de castanha)

 

Pode repetir tantas vezes que quiser e não há limite de tempo para a refeição.

 

 

ACESSO

 

A pé

Do templo Kiyomizu 6min.

Do santuário Yasaka 10min.

Do templo Kodai 5min.

 

Ônibus

Do ponto de Kiyamizu-michi, 5 min a pé

Até o ponto de Kiyomizu-michi

No ônibus 206 ou 100, saindo da Estação de Quioto (15 min de viagem)

No ônibus 207, saindo da Estação de Hankyu Kawaramachi (8 min de viagem)

No ônibus 207, saindo da Estação de Keihan Gion Shijo (6 min de viagem)

 

Horário     11h – 17h (último pedido às 16h), aberto todo o ano.

O preço      adultos ¥1300

~até terceiro ano da escola primária ¥650

~até 4 anos: gratuito

Número de lugares 60

Endereço   Higashiyama-ku shimizu3-343, Kyoto

Tel      075-525-1519

 

NOTA: este restaurante não aceita reservas, costumando estar sempre cheio durante o mês de agosto.

 

Webpage (em japonês):

http://www.kashogama.com/akoya/

Hanatoro em Arashiyma e Higashiyama

October 3, 2016

Kei Yamawaki e Misaki Luciana Teruya

 

HANATORU é o caminho iluminado por lanternas, um dos mais recentes festivais de Quioto. Com início em 2002, este caminho iluminado liga os mais famosos templos desta cidade.

Em Arashiyama, tirando vantagem da beleza da paisagem natural, das florestas de bambu e dos seus monumentos históricos, cerca de cinco quilómetros de caminho são iluminados com lanternas, que oferecem uma perspetiva única a quem por aqui passa. Algumas destas iluminações são colocadas em arranjos florais, um trabalho feito em colaboração com a Associação de Ikebana de Quioto.

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O HANATORU de Arashiyama pode ser apreciado de 9 a 18 de dezembro de 2016, entre as cinco da tarde e as oito da noite.

Pode vir até Harashiyama de autocarro / ônibus (número 28, 11 ou 93) ou de comboio / trem.

Já em Higashiyama são mais de 2500 lanternas que cobrem cinco quilómetros desta famosa montanha. Para quem vem de norte, o caminho passa pelo Templo Shoren-ji e o Parque Maruyama, seguindo depois para o Santuário Yasaka-jinja e o Templo Kyomizu-dera. Algumas das lanternas colocadas em bambu do Parque Maruyama criam uma atmosfera mágica!

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O HANATORU de Higashiyama pode ser apreciado de 3 a 12 de março de 2017, entre as seis da tarde e as nove e meia da noite.

Pode vir até Higashiyama de autocarro / ônibus ou de comboio / trem (cerca de dez minutos a pé desde a Estação Higashiyama da Linha Tozai do metro de Quioto).

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Algumas coisas que os habitantes de Quioto podem fazer para melhorar a vida na cidade

July 6, 2016

por Kei Yamawaki e Miaki Luciana Teruya

 

Consideramos necessário melhorar a qualidade dos ónibus para melhorar a qualidade da vida em Quioto.

Por exemplo, em Kawaramachi é possível ver muitos turistas sem saber o que fazer num ponto de ônibus. Devia haver sinalizações em inglês e outras línguas para os turistas saberem qual o ônibus que devem apanhar para alguns dos lugares mais famosos de Quioto, como o templo Kyomizu-dera ou o Castelo de Nijo, só para citar alguns exemplos.

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Por outro lado, um dos aspetos mais controversos nos transportes públicos em Quito é a falta de boas maneiras. Muitas vezes, as pessoas não respeitam a fila de quem espera pelo ônibus . Este é um problema comum não só aos cidadãos de Quioto, mas também a muitos turistas. O respeito pela fila de quem espera o transporte público é muito importante para o “Omotenashi”, a famosa cortesia e hospitalidade japonesas.

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Estes são alguns exemplos de coisas que podem ser feitas para melhorar a vida na cidade de Quioto não só para os seus habitantes, mas também para os muitos turistas que a visitam. Vamos todos cooperar para melhorar a vida em Quioto!

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Templo Kiyomizu-dera

November 30, 2015

by Ryota Kobayashi; Kazuya Oshima

Um dos lugares turísticos mais populares em Quioto, onde sempre se encontra uma grande quantidade de visitantes, desde grupos escolares até autocarros largando uma infinita maré de turistas.

Este templo, que é bastante extenso, contém no seu interior vários santuários e uma das melhores vistas sobre a cidade de Quioto. Para além da paisagem, deve-se destacar a Otowa-no-taki, uma queda de água sagrada para que os japoneses fazem longas filas, como se fosse tão milagrosa como, por exemplo, a de Lourdes.

 

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O nome oficial do Templo Kiyomizu-dera é “Otowa-san Kiyomizu-dera” e foi estabelecido há mais de 1200 anos, no final do período Nara, quando Enchin, um sacerdote de Nara, teve uma visão que lhe disse para procurar a água pura na origem do rio Yodo.Após procurá-la durante muito tempo, encontrou-a no meio de um bosque coberto por um nevoeiro que se formava como um cinto de nuvens baixas sobre uma cascata ao pé da montanha Otawa.Ali, Enchin recebeu de um idoso um tronco possuído pelo espírito de Kannon Bosatsu. O homem, que se chamava Gyoei, era um praticante de disciplinas ascéticas budistas. Enchin talhou um tronco de árvore em forma do Buda Kannon e colocou-o numa pequena cabana, que viria a tornar-se no Kiyomizu-dera. Naquela época, um guerreiro chamado Sakanoue Tamuramato chegou a essa montanha perseguindo um animal. Ao chegar à origem das águas claras encontrou-se com Enchin, que lhe falou da crueldade de matar os seres vivas.Comovido pelo poder das palavras de Enchin, Tamuramaro regressou das montanhas lamentando as vidas que tinha arrebatado.Ao falar com a sua mulher das virtudes da água clara, dos ensinamentos de Enchin e a bondade de Kannon Bosatsu, os dois converteram-se em devotos seguidores do Buda Kannon e encarregaram a construção de um santuário budista. Posteriormente, Enchin talhou imagens de Jizo-Bosatsu e Bixhamon-Tem, que foram colocadas ao lado da imagem de Kannon.

O Templo Kiyomizu-dera toma seu nome da catarata de água clara e pura que tem origem numa fonte desconhecida no interior do monte Orowa.Durante os seus 1200 anos de história, Kiyomizu-dera tem sido repetidamente incendiado ou destruído, e sempre reconstruído.A maior parte de suas estruturas atuais foram reconstruídas em 1633, no início do período Edo, entre as quais se encontram o Salão Principal, designado como Tesoro Nacional, e 15 edifícios qualificados como Importantes Bens Culturais pelo governo japonês.Situado no meio das montanhas Higashiyama, o monte Otowa sempre foi famoso pelas suas magníficas paisagens e suas vistas sobre Quioto, que se pode desfrutar especialmente desde Kiyomizu-nio-butai.Situado em frente ao edifício principal, este espaçoso terraço denominado “butai” (lugar para dançar) está construído sobre um precipício de 12 metros de altura, suportado por pilares de madeira.A principal figura de adoração é a imagem de onze caras e mil braços de Kannon Bosatsu (Bodhisattva da Misericordia e a Compaixão). Dos 33 templos que por todo Japão formam uma rota de peregrinante dedicada a Kannon, Kiyomizu-dera é o número 16.

Toda a zona formada pelos terrenos do templo ocupa uns 130.000 metros quadrados.

Em 1994, Kiyomizu-dera foi inscrito na Lista do Património Cultural da Humanidade da UNESCO.

 

Entrada: 300 ienes

Acesso: sair na parada de ônibus Gojozaka das linhas 100, 202, 206 e 207, e subir por uma rua cheia de lojas de comida e lembranças.

O templo budista Mimuroto-ji

O templo budista Mimuroto-ji fica na cidade de Uji. Este templo foi fundado pelo imperador Konin, há cerca de 1200 anos. Aqui é possível contemplar uma estátua e várias representações gráficas de Buda, datadas da era do clã Fujiwara. Considerado Património Cultural do Japão, muitas pessoas vêm a este templo em peregrinação da deusa budista da misericórdia

 

 

Há as imagem budista e as pinturade de Buda que feito em a era Fujiwara. Isso é o património cultural importante.Muita gente vêm até aqui domo a terra da peregrinaçao da deusa budista da misericórdia Bodhisattva. O jardim deste templo é constituído por pedras que imitam montanhas e rios.

 

 

 

Na entrada do Mimuroto-ji existe a estátua de uma vaca. Na sua boca, há uma bola que os visitantes deste local sagrado tocam, para que as suas preces sejam atendidas.

 

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Mimuroto-ji também se encontra associado ao Conto de Genji (Genji Monogatari), uma das narrativas amorosas mais antigas da humanidade. Os visitantes e peregrinos que vêm a este templo de Uji, podem comprar a “fortuna do amor”, de Genji.

 

 

Finalmente, Mimuroto-ji também é conhecido pela variedade das flores que aqui se encontram. Todas as quatro estações se apresentam no seu esplendor com as flores típicas da primavera, verão, outono e inverno. É mesmo conhecido como o “templo das flores”. De abril at ao fim de maioes”2mo o “erono, om as flores tse encontram.), uma das narrativas amorosas mais antigas da humanidade.

é ao fim de maio, mais de vinte mil azáleas, único em toda a região de Kansai. Em junho, cinquenta espécies diferentes e mais de dez mil hortênsias. E em fins de junho até começos de agosto, mais de cem de espécies de duzentos e cinquenta flores de lótus. Em novembro, este templo é célebre pelas cores outonais.Há quem diga que este local é um paraíso na terra.

 

 

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HORÁRIO 8:30 – 16:30 (até às 16:00 entre novembro e março)

ENTRADA: 500 ienes

 

ACESSO: apanhar o autocarro / ônibus nº43 que corre entre a estação JR de Uji e o templo Mimuroto-ji. A viagem demora cerca de vinte minutos.

O Santuário xintoísta Kitano Tenmangu

O Santuário xintoísta Kitano Tenmangu fica em Kamigyo-ku, em Quioto. É um dos muitos santuários japoneses dedicados a Sugawara Michizane, um famoso político e poeta injustamente acusado e exilado pelos seus rivais políticos, há mais de  1000 anos atrás. Diz-se que, após o seu exílio, aconteceram desastres naturais que as pessoas pensaram ser uma maldição de Sugawara. Então, no ano de 947, decidiram erigir um santuário em sua homenagem, para apaziguar o seu espírito.

Como Sugawara Michizane era um poeta e erudito, o seu nome é muito associado à educação. Assim, muitos estudantes visitam este santuário em busca de sucesso nos seus estudos.

Sugawara Michizane gostava de ameixeiras e, por isso, aqui exsitem mais de 1500 ameixeiras que florescem por volta de fevereiro. O Santuário tem ainda um lugar para uma cerimónia do chá de cariz especial, conhecida por Baikasai. Esta cerimónia é praticada todos os anos, no dia 25 de fevereiro, e é acompanhada por maikos e geikos.

O Santuário Kitano Tenmangu também é famoso pelas suas cores outonais, entre novembro e dezembro. Algumas destas árvores de folhas vermelhas têm mais de 350 e 400 anos.

Finalmente, no dia 25 de cada mês, aqui se realiza uma feira de antiguidades, uma das mais famosas de Quioto.unnamed9

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Horário

05:00-18:00 (até às17:00 entre outubro e março) . A entrada é livre e gratuíta.

Acesso

Apanhar o autocarro /ônibus nº 101 ou nº 50 que sai na Estação de Kyoto. A viagem demora cerca de 40 minutos.

O Castelo de Nijo

by Kazuya Oshima; Ryota Kobayashi

O Castelo de Nijo localiza-se no coração de Kyoto. Tanto pela sua história, como pela sua arquitetura ou pelos seus jardins é um dos locais que não se deve deixar de visitar.

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O Castelo de Nijo foi mandado construir, em 1603, por Tokugawa Ieyasu, um dos shoguns mais importantes do Japão, para residência oficial do shogunato Tokugawa. A sua construção foi concluída em 1626 pelo terceiro Shogun Tokugawa Iemitsu, que aproveitou partes do castelo do Fushimi como o Portão Kara para o completar.

Tem no seu interior dois palácios (o Palácio Nonomaru e o Plácio Honmaru), protegidos por muralhas e fossos, com áreas distintas para Senhor Tokugawa e seus vassalos.

Em 1868, a família Tokugawa entregou o castelo à família imperial e em 1939 passou a ser administrado pelo município de Kioto que abriu as suas portas ao público no ano seguinte.

 

Depois de entrar no Castelo, o primeiro local a visitar é o Palácio Ninomaru, considerado Tesouro Nacional e Património da Humanidade pela UNESCO em 1994. Tem uma área de 3.300 metros quadrados e é composto por 5 edifícios em diagonal que são uma mostra do estilo Bukefushoinzukuri, do período Momoyama (1573-1603). Ao todo há 33 salas decoradas com pinturas luxuosas, correspondendo a uma área superior a 800 tatamis.

 

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Os construtores montaram os pavimentos dos corredores de forma que o piso gerasse um som como um grito de um rouxinol sempre que alguém caminhasse sobre ele. Era uma maneira de garantir a segurança, pois o ranger da madeira alertava para a presença de qualquer intruso.

 

Uma das salas é a Tozamurai-no-ma, que é a que tem maior superfície, uns 1046 metros quadrados. Ao que parece foi usada como sala de espera para os daimyos que iam visitar o castelo.

 

Ohiroma Ichi-no-ma e Ni-no-ma são duas salas contíguas que se podem transformar numa só. Era onde o Shogun se reunia com os daimyos. Estão decoradas com luxuosas pinturas de forma a impressionar os visitantes.Outra coisa importante é que, tal como na sala Chokushi, tinha uma zona mais alta onde o Shogun se sentava e atendia os nobres que se sentavam na parte mais baixa.

 

Neste ponto vamos explicar alguns pormenores destas reuniões para dar uma ideia de como seriam na época:

 

Para começar, os daimyos tiravam a espada longa e só lhes era permitido levar a espada curta. Também tinham de trocar a roupa por outra que dificultava bastante não só os movimentos rápidos, como o equilíbrio, em caso de confrontação.Nestas reuniões, só o Shogun e o seu guarda pessoal levavam roupa apropriada, caso houvesse alguma confrontação. Na sala há vários armários onde se guardavam as mesas e utensílios que ali se podiam usar e tem portas especiais ocultas por onde os guardas pessoais do Shogum podiam entrar na sala e defendê-lo de qualquer tentativa de assassinato.Como se pode ver nesta época havia muitas lutas internas pelo poder e muito receio de traições.

 

Se visitarem o Castelo de Nijo, tenham em conta que para os japoneses uma habitação limpa e desocupada não só mostra ordem como dá a sensação que é maior. O Shogun, com estas salas tão grandes e apenas com o mobiliário necessário naquele momento, pretendia impressionar e dar sensação de poder aos seus visitantes. Assim todo o mobiliário permanecia guardado nos armários, fora da vista dos visitantes.

 

O jardim de Ninomaru foi feito de modo a que o Shogun o pudesse ver quando estava no salão principal do palácio.

 

 

Horário: das 8:45 às 17:00 (última entrada às 16:00)

Encerra às terças em janeiro, julho, agosto e dezembro.

Encerra também entre os dias 26 de dezembro e 4 de janeiro.

Preço: 600 ienes

 

 

Acesso

Tomar o metrô até à Nijojo-mae Station, na Tozai Subway Line

Kanzashi

May 25, 2015

 

 

By Nao Kagami, Nanami Sakuragi, Mayuko Seki

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(Kanzashi em flor, usada por uma Maiko, em Quioto)

 

O Kanzashi é o ornamento tradicional nos cabelos das senhoras japonesas.

De origem chinesa, foi usado pela primeira vez no Japão durante o período Jomon (14,000–300 A.C.), mas foi durante o Período Edo (1603–1868) que o seu uso se generalizou, quando os artesãos japoneses tornaram o Kanzashi num ornamento muito sofisticado, que podia até ser usado como arma de defesa.

Hoje em dia, a maioria das mulheres japonesas prefere usar penteados de estilo occidental no seu dia-a-dia, mas o Kanzashi continua a ser muito comum nos casamentos de estilo shintoísta, ou pelas maikos (aprendizes de gueisha).

 

As Maikos e o Kanzashi

 

As famosas gueishas e as aprendizes “maikos” habitam nos famosos “Kagai” de Quioto. Kagai significa “Cidade em flor” e são os bairros típicos da cidade. Existem cinco destes bairros: Gion Kobu, Pontocho, Miyagawacho, Kamishichiken and Gion Higashi.

 

Quem anda pelos Kagai de Quioto, certamente terá oportunidade de encontrar gueishas e maikos usando o atraente “Kanzashi” que, parecendo ornamentos tão grandes e pesados, são na verdade muito leves. Isto só é possível porque são feitos de coral e cal.

 

As Maikos usam algumas técnicas especiais conhecidas como “Hana Kanzashi” e “Tsumami Kanzashi”. Os Kanzashi de metal eram conhecidos como “Birakan Birakan”, mas hoje há muitos “Birakan Birakan” feitos de plástico.

 

As estações do ano e o Kanzashi

 

O Kanzashi encontra-se intimamente ligado à cultura japonesa e à sua relação com as estações do ano. As gueishas e as maikos usam o Kanzashi conforme os meses do ano:

 

 

Janeiro: pinho, bambu.

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Fevereiro: flor de ameixeira.

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Março: flor japonesa Nanohana (Brassica rapa L), flor de pessegueiro em flor e camélias.

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Abril : flor de cerejeira (sakura) e formas de borboletas.

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Maio : Ayame (iris japonesa).

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Junho : hortênsia.

 

Julho : Uchiwa (leques japoneses), durante de Festival de Gion (7/10~24), desenhos de peixe-dourado.

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Agosto : flor Asagao (Glória-da-manhã) e flor Susuki (Miscanthus sinensis)

 

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Setembro: flor campainha-chinesa, com temas alusivos ao outono.

 

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Outubro: crisântemo.

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Novembro: folhas vermelhas.

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Dezembro : Maneki (pequenas tábuas de madeira), cristais de neve

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Em último lugar, apresentamos uma loja onde poderM﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽2 e Kanzashi. A loja “poderorme os meses do ano:os de estilo ocidental á comprar produtos relativos ao Kanzashi. A loja “Ikuokaya” existe desde 1862 e é muito famosa

 

Nome da loja

IKUOKAYA

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Fundação 1862
Horário 11:30-19:00
Numero de telefone (+81) 75 561 8087EndereçoJAPAN 605-0074 Kyoto,
Endereco Higashiyama-ku, Gion-machi, Minami-gawa 557-2
HP http://www.ikuokaya.com/.

 

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Santuários Kitano Tenmangu, Fushimi Inari-Taisha e Jishu-Jinja

by Shota Furumoto, Shota Ueji, Torakichi Inoue

Kitano Tenman-gu
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Construído no ano 947, Kitano Tenmangu é um santuário xintoísta, dedicado ao famoso poeta e político do Período Heian, Sugawara no Michizane. Em 986, Michizane foi santificado, tendo-lhe sido conferido o título de “Tenjin”.
Em Kitano Tenman-gu há muitas “ume”, as ameixeiras japonesas, que eram a árvore preferida de Sugawara no Michizane.

Todos os anos, no dia 25 de fevereiro, aqui se realiza o “Festival da Ameixeira em flor”, que coincide com a realização de um mercado. Milhares de pessoas vêm a este santuário, que é muito popular entre os estudantes, que aqui vêm pedir boa sorte nos seus estudos. Afinal, Sugawara no Michizane era um famoso académico.

ACESSO
Autocarro / Ônibus nº50, que sai da Estação de Quioto.
Endereço: 602-8386 Kyoto-shi, Kamigyo-ku, Bakuro-cho, Kitanotenmangushamusho
Telefone:075-461-0005
Horário:9.00a.m.-5.00p.m.

Fushimi Inari-Taisha
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Fushimi Inari-Taisha é o santuário principal de Inari, no bairro de Fushimi-ku, em Quioto. A sua construção decorreu entre os anos 708 e 715. Inari era uma divindade muito popular entre os mercadores e comerciantes. Diz-se que há entre trinta e quarenta mil santuários dedicados a Inari Inari em todo o Japão, a sua maioria divididos por Fushimi-Inari Taisha.

Muito comuns nas redondezas dos Santuários de Inari, as raposas eram vistas como mensageiras. Diz-se que traziam na boca a chave dos celeiros de arroz. Por isso, Inari-shin é considerada a divindade da agricultura, com benefícios não só para a agricultura, mas também para o comércio, negócio, etc.

Palco de cenas de alguns filmes americanos, nos últimos anos, Fushimi Inari-Taisha tornou-se muito popular entre os turistas estrangeiros. Durante os dias da semana, há mais estrangeiros do que japoneses a visitar este Santuário.

ACESSO
Por comboio / trem, estação de Inari, da linha Nara do JR. Em alternativa, pode sair na Estação de Fushimi-inari da Linha Keihan.
Por autocarro / ônibus, sair em Fushimi-inari-taisha-mae.
Endereço: 68 Fukakusa, Yabunouchi-cho, Fushimi-ku, Kyoto
Telefone: 075-641-7331
Homepage: http://inari.jp/

Jishu-Jinja
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Quioto é um dos mais famosos lugares turísticos do mundo. Entre os seus inúmeros santuários encontra-se o Jishu-Jinja, situado no lado norte do Templo Kiyomizu-dera.

A divindade deste santuário é Okuninushi. Jishu-Jinja é famoso entre as senhoras mais jovens, pois diz-se que dá boa sorte para o casamento. Segundo a lenda, quem conseguir fazer um caminho de cerca de dezoito metros entre duas pedras, com os olhos fechados, o seu desejo amoroso será realizado.

Juntamente com o Templo Kiyomizu-dera, o Santuário Jishu-Jinja foi classificado como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, em 1994.

ACESSO

Tomar o autocarro/ônibus número 207 em Kawaramachi e sair em Jishu-Jinja (o bilhete custa 230 ienes).
Também pode tomar os autocarros/ônibus número 100 ou 206 na Estação de Quioto e sair em Gojo-zaka.
Telefone: 075-541-2097
Endereço: 1-317, Kiyomizu, Higashiyama-ku Kyoto-shi, Kyoto, 605-0862
Horário : 9:00-17:00