Templo Kiyomizu-dera

November 30, 2015

by Ryota Kobayashi; Kazuya Oshima

Um dos lugares turísticos mais populares em Quioto, onde sempre se encontra uma grande quantidade de visitantes, desde grupos escolares até autocarros largando uma infinita maré de turistas.

Este templo, que é bastante extenso, contém no seu interior vários santuários e uma das melhores vistas sobre a cidade de Quioto. Para além da paisagem, deve-se destacar a Otowa-no-taki, uma queda de água sagrada para que os japoneses fazem longas filas, como se fosse tão milagrosa como, por exemplo, a de Lourdes.

 

image (2)

O nome oficial do Templo Kiyomizu-dera é “Otowa-san Kiyomizu-dera” e foi estabelecido há mais de 1200 anos, no final do período Nara, quando Enchin, um sacerdote de Nara, teve uma visão que lhe disse para procurar a água pura na origem do rio Yodo.Após procurá-la durante muito tempo, encontrou-a no meio de um bosque coberto por um nevoeiro que se formava como um cinto de nuvens baixas sobre uma cascata ao pé da montanha Otawa.Ali, Enchin recebeu de um idoso um tronco possuído pelo espírito de Kannon Bosatsu. O homem, que se chamava Gyoei, era um praticante de disciplinas ascéticas budistas. Enchin talhou um tronco de árvore em forma do Buda Kannon e colocou-o numa pequena cabana, que viria a tornar-se no Kiyomizu-dera. Naquela época, um guerreiro chamado Sakanoue Tamuramato chegou a essa montanha perseguindo um animal. Ao chegar à origem das águas claras encontrou-se com Enchin, que lhe falou da crueldade de matar os seres vivas.Comovido pelo poder das palavras de Enchin, Tamuramaro regressou das montanhas lamentando as vidas que tinha arrebatado.Ao falar com a sua mulher das virtudes da água clara, dos ensinamentos de Enchin e a bondade de Kannon Bosatsu, os dois converteram-se em devotos seguidores do Buda Kannon e encarregaram a construção de um santuário budista. Posteriormente, Enchin talhou imagens de Jizo-Bosatsu e Bixhamon-Tem, que foram colocadas ao lado da imagem de Kannon.

O Templo Kiyomizu-dera toma seu nome da catarata de água clara e pura que tem origem numa fonte desconhecida no interior do monte Orowa.Durante os seus 1200 anos de história, Kiyomizu-dera tem sido repetidamente incendiado ou destruído, e sempre reconstruído.A maior parte de suas estruturas atuais foram reconstruídas em 1633, no início do período Edo, entre as quais se encontram o Salão Principal, designado como Tesoro Nacional, e 15 edifícios qualificados como Importantes Bens Culturais pelo governo japonês.Situado no meio das montanhas Higashiyama, o monte Otowa sempre foi famoso pelas suas magníficas paisagens e suas vistas sobre Quioto, que se pode desfrutar especialmente desde Kiyomizu-nio-butai.Situado em frente ao edifício principal, este espaçoso terraço denominado “butai” (lugar para dançar) está construído sobre um precipício de 12 metros de altura, suportado por pilares de madeira.A principal figura de adoração é a imagem de onze caras e mil braços de Kannon Bosatsu (Bodhisattva da Misericordia e a Compaixão). Dos 33 templos que por todo Japão formam uma rota de peregrinante dedicada a Kannon, Kiyomizu-dera é o número 16.

Toda a zona formada pelos terrenos do templo ocupa uns 130.000 metros quadrados.

Em 1994, Kiyomizu-dera foi inscrito na Lista do Património Cultural da Humanidade da UNESCO.

 

Entrada: 300 ienes

Acesso: sair na parada de ônibus Gojozaka das linhas 100, 202, 206 e 207, e subir por uma rua cheia de lojas de comida e lembranças.

O templo budista Mimuroto-ji

O templo budista Mimuroto-ji fica na cidade de Uji. Este templo foi fundado pelo imperador Konin, há cerca de 1200 anos. Aqui é possível contemplar uma estátua e várias representações gráficas de Buda, datadas da era do clã Fujiwara. Considerado Património Cultural do Japão, muitas pessoas vêm a este templo em peregrinação da deusa budista da misericórdia

 

 

Há as imagem budista e as pinturade de Buda que feito em a era Fujiwara. Isso é o património cultural importante.Muita gente vêm até aqui domo a terra da peregrinaçao da deusa budista da misericórdia Bodhisattva. O jardim deste templo é constituído por pedras que imitam montanhas e rios.

 

 

 

Na entrada do Mimuroto-ji existe a estátua de uma vaca. Na sua boca, há uma bola que os visitantes deste local sagrado tocam, para que as suas preces sejam atendidas.

 

IMG_7413

Mimuroto-ji também se encontra associado ao Conto de Genji (Genji Monogatari), uma das narrativas amorosas mais antigas da humanidade. Os visitantes e peregrinos que vêm a este templo de Uji, podem comprar a “fortuna do amor”, de Genji.

 

 

Finalmente, Mimuroto-ji também é conhecido pela variedade das flores que aqui se encontram. Todas as quatro estações se apresentam no seu esplendor com as flores típicas da primavera, verão, outono e inverno. É mesmo conhecido como o “templo das flores”. De abril at ao fim de maioes”2mo o “erono, om as flores tse encontram.), uma das narrativas amorosas mais antigas da humanidade.

é ao fim de maio, mais de vinte mil azáleas, único em toda a região de Kansai. Em junho, cinquenta espécies diferentes e mais de dez mil hortênsias. E em fins de junho até começos de agosto, mais de cem de espécies de duzentos e cinquenta flores de lótus. Em novembro, este templo é célebre pelas cores outonais.Há quem diga que este local é um paraíso na terra.

 

 

IMG_7412IMG_7411

HORÁRIO 8:30 – 16:30 (até às 16:00 entre novembro e março)

ENTRADA: 500 ienes

 

ACESSO: apanhar o autocarro / ônibus nº43 que corre entre a estação JR de Uji e o templo Mimuroto-ji. A viagem demora cerca de vinte minutos.

O Santuário xintoísta Kitano Tenmangu

O Santuário xintoísta Kitano Tenmangu fica em Kamigyo-ku, em Quioto. É um dos muitos santuários japoneses dedicados a Sugawara Michizane, um famoso político e poeta injustamente acusado e exilado pelos seus rivais políticos, há mais de  1000 anos atrás. Diz-se que, após o seu exílio, aconteceram desastres naturais que as pessoas pensaram ser uma maldição de Sugawara. Então, no ano de 947, decidiram erigir um santuário em sua homenagem, para apaziguar o seu espírito.

Como Sugawara Michizane era um poeta e erudito, o seu nome é muito associado à educação. Assim, muitos estudantes visitam este santuário em busca de sucesso nos seus estudos.

Sugawara Michizane gostava de ameixeiras e, por isso, aqui exsitem mais de 1500 ameixeiras que florescem por volta de fevereiro. O Santuário tem ainda um lugar para uma cerimónia do chá de cariz especial, conhecida por Baikasai. Esta cerimónia é praticada todos os anos, no dia 25 de fevereiro, e é acompanhada por maikos e geikos.

O Santuário Kitano Tenmangu também é famoso pelas suas cores outonais, entre novembro e dezembro. Algumas destas árvores de folhas vermelhas têm mais de 350 e 400 anos.

Finalmente, no dia 25 de cada mês, aqui se realiza uma feira de antiguidades, uma das mais famosas de Quioto.unnamed9

unnamed1

unnamed5

unnamed

Horário

05:00-18:00 (até às17:00 entre outubro e março) . A entrada é livre e gratuíta.

Acesso

Apanhar o autocarro /ônibus nº 101 ou nº 50 que sai na Estação de Kyoto. A viagem demora cerca de 40 minutos.

O Castelo de Nijo

by Kazuya Oshima; Ryota Kobayashi

O Castelo de Nijo localiza-se no coração de Kyoto. Tanto pela sua história, como pela sua arquitetura ou pelos seus jardins é um dos locais que não se deve deixar de visitar.

unnamed.jpgkkkk

O Castelo de Nijo foi mandado construir, em 1603, por Tokugawa Ieyasu, um dos shoguns mais importantes do Japão, para residência oficial do shogunato Tokugawa. A sua construção foi concluída em 1626 pelo terceiro Shogun Tokugawa Iemitsu, que aproveitou partes do castelo do Fushimi como o Portão Kara para o completar.

Tem no seu interior dois palácios (o Palácio Nonomaru e o Plácio Honmaru), protegidos por muralhas e fossos, com áreas distintas para Senhor Tokugawa e seus vassalos.

Em 1868, a família Tokugawa entregou o castelo à família imperial e em 1939 passou a ser administrado pelo município de Kioto que abriu as suas portas ao público no ano seguinte.

 

Depois de entrar no Castelo, o primeiro local a visitar é o Palácio Ninomaru, considerado Tesouro Nacional e Património da Humanidade pela UNESCO em 1994. Tem uma área de 3.300 metros quadrados e é composto por 5 edifícios em diagonal que são uma mostra do estilo Bukefushoinzukuri, do período Momoyama (1573-1603). Ao todo há 33 salas decoradas com pinturas luxuosas, correspondendo a uma área superior a 800 tatamis.

 

kkk

Os construtores montaram os pavimentos dos corredores de forma que o piso gerasse um som como um grito de um rouxinol sempre que alguém caminhasse sobre ele. Era uma maneira de garantir a segurança, pois o ranger da madeira alertava para a presença de qualquer intruso.

 

Uma das salas é a Tozamurai-no-ma, que é a que tem maior superfície, uns 1046 metros quadrados. Ao que parece foi usada como sala de espera para os daimyos que iam visitar o castelo.

 

Ohiroma Ichi-no-ma e Ni-no-ma são duas salas contíguas que se podem transformar numa só. Era onde o Shogun se reunia com os daimyos. Estão decoradas com luxuosas pinturas de forma a impressionar os visitantes.Outra coisa importante é que, tal como na sala Chokushi, tinha uma zona mais alta onde o Shogun se sentava e atendia os nobres que se sentavam na parte mais baixa.

 

Neste ponto vamos explicar alguns pormenores destas reuniões para dar uma ideia de como seriam na época:

 

Para começar, os daimyos tiravam a espada longa e só lhes era permitido levar a espada curta. Também tinham de trocar a roupa por outra que dificultava bastante não só os movimentos rápidos, como o equilíbrio, em caso de confrontação.Nestas reuniões, só o Shogun e o seu guarda pessoal levavam roupa apropriada, caso houvesse alguma confrontação. Na sala há vários armários onde se guardavam as mesas e utensílios que ali se podiam usar e tem portas especiais ocultas por onde os guardas pessoais do Shogum podiam entrar na sala e defendê-lo de qualquer tentativa de assassinato.Como se pode ver nesta época havia muitas lutas internas pelo poder e muito receio de traições.

 

Se visitarem o Castelo de Nijo, tenham em conta que para os japoneses uma habitação limpa e desocupada não só mostra ordem como dá a sensação que é maior. O Shogun, com estas salas tão grandes e apenas com o mobiliário necessário naquele momento, pretendia impressionar e dar sensação de poder aos seus visitantes. Assim todo o mobiliário permanecia guardado nos armários, fora da vista dos visitantes.

 

O jardim de Ninomaru foi feito de modo a que o Shogun o pudesse ver quando estava no salão principal do palácio.

 

 

Horário: das 8:45 às 17:00 (última entrada às 16:00)

Encerra às terças em janeiro, julho, agosto e dezembro.

Encerra também entre os dias 26 de dezembro e 4 de janeiro.

Preço: 600 ienes

 

 

Acesso

Tomar o metrô até à Nijojo-mae Station, na Tozai Subway Line

Kanzashi

 

 

By Nao Kagami, Nanami Sakuragi, Mayuko Seki

 kkp

(Kanzashi em flor, usada por uma Maiko, em Quioto)

 

O Kanzashi é o ornamento tradicional nos cabelos das senhoras japonesas.

De origem chinesa, foi usado pela primeira vez no Japão durante o período Jomon (14,000–300 A.C.), mas foi durante o Período Edo (1603–1868) que o seu uso se generalizou, quando os artesãos japoneses tornaram o Kanzashi num ornamento muito sofisticado, que podia até ser usado como arma de defesa.

Hoje em dia, a maioria das mulheres japonesas prefere usar penteados de estilo occidental no seu dia-a-dia, mas o Kanzashi continua a ser muito comum nos casamentos de estilo shintoísta, ou pelas maikos (aprendizes de gueisha).

 

As Maikos e o Kanzashi

 

As famosas gueishas e as aprendizes “maikos” habitam nos famosos “Kagai” de Quioto. Kagai significa “Cidade em flor” e são os bairros típicos da cidade. Existem cinco destes bairros: Gion Kobu, Pontocho, Miyagawacho, Kamishichiken and Gion Higashi.

 

Quem anda pelos Kagai de Quioto, certamente terá oportunidade de encontrar gueishas e maikos usando o atraente “Kanzashi” que, parecendo ornamentos tão grandes e pesados, são na verdade muito leves. Isto só é possível porque são feitos de coral e cal.

 

As Maikos usam algumas técnicas especiais conhecidas como “Hana Kanzashi” e “Tsumami Kanzashi”. Os Kanzashi de metal eram conhecidos como “Birakan Birakan”, mas hoje há muitos “Birakan Birakan” feitos de plástico.

 

As estações do ano e o Kanzashi

 

O Kanzashi encontra-se intimamente ligado à cultura japonesa e à sua relação com as estações do ano. As gueishas e as maikos usam o Kanzashi conforme os meses do ano:

 

 

Janeiro: pinho, bambu.

kkp       k

 

Fevereiro: flor de ameixeira.

kkp

kkp.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Março: flor japonesa Nanohana (Brassica rapa L), flor de pessegueiro em flor e camélias.

s        a

 

Abril : flor de cerejeira (sakura) e formas de borboletas.

d

 

Maio : Ayame (iris japonesa).

e

 

 

 

 

 

 

 

Junho : hortênsia.

 

Julho : Uchiwa (leques japoneses), durante de Festival de Gion (7/10~24), desenhos de peixe-dourado.

we  dd

 

Agosto : flor Asagao (Glória-da-manhã) e flor Susuki (Miscanthus sinensis)

 

ee

 

 

 

 

 

 

 

 

Setembro: flor campainha-chinesa, com temas alusivos ao outono.

 

fr

Outubro: crisântemo.

f

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Novembro: folhas vermelhas.

q

 

Dezembro : Maneki (pequenas tábuas de madeira), cristais de neve

gt gg

fg

 

Em último lugar, apresentamos uma loja onde poderM﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽﷽2 e Kanzashi. A loja “poderorme os meses do ano:os de estilo ocidental á comprar produtos relativos ao Kanzashi. A loja “Ikuokaya” existe desde 1862 e é muito famosa

 

Nome da loja

IKUOKAYA

h

Fundação 1862
Horário 11:30-19:00
Numero de telefone (+81) 75 561 8087EndereçoJAPAN 605-0074 Kyoto,
Endereco Higashiyama-ku, Gion-machi, Minami-gawa 557-2
HP http://www.ikuokaya.com/.

 

ju      j

 

 

 

Santuários Kitano Tenmangu, Fushimi Inari-Taisha e Jishu-Jinja

by Shota Furumoto, Shota Ueji, Torakichi Inoue

Kitano Tenman-gu
無題2新無題5

Construído no ano 947, Kitano Tenmangu é um santuário xintoísta, dedicado ao famoso poeta e político do Período Heian, Sugawara no Michizane. Em 986, Michizane foi santificado, tendo-lhe sido conferido o título de “Tenjin”.
Em Kitano Tenman-gu há muitas “ume”, as ameixeiras japonesas, que eram a árvore preferida de Sugawara no Michizane.

Todos os anos, no dia 25 de fevereiro, aqui se realiza o “Festival da Ameixeira em flor”, que coincide com a realização de um mercado. Milhares de pessoas vêm a este santuário, que é muito popular entre os estudantes, que aqui vêm pedir boa sorte nos seus estudos. Afinal, Sugawara no Michizane era um famoso académico.

ACESSO
Autocarro / Ônibus nº50, que sai da Estação de Quioto.
Endereço: 602-8386 Kyoto-shi, Kamigyo-ku, Bakuro-cho, Kitanotenmangushamusho
Telefone:075-461-0005
Horário:9.00a.m.-5.00p.m.

Fushimi Inari-Taisha
無題1無題

Fushimi Inari-Taisha é o santuário principal de Inari, no bairro de Fushimi-ku, em Quioto. A sua construção decorreu entre os anos 708 e 715. Inari era uma divindade muito popular entre os mercadores e comerciantes. Diz-se que há entre trinta e quarenta mil santuários dedicados a Inari Inari em todo o Japão, a sua maioria divididos por Fushimi-Inari Taisha.

Muito comuns nas redondezas dos Santuários de Inari, as raposas eram vistas como mensageiras. Diz-se que traziam na boca a chave dos celeiros de arroz. Por isso, Inari-shin é considerada a divindade da agricultura, com benefícios não só para a agricultura, mas também para o comércio, negócio, etc.

Palco de cenas de alguns filmes americanos, nos últimos anos, Fushimi Inari-Taisha tornou-se muito popular entre os turistas estrangeiros. Durante os dias da semana, há mais estrangeiros do que japoneses a visitar este Santuário.

ACESSO
Por comboio / trem, estação de Inari, da linha Nara do JR. Em alternativa, pode sair na Estação de Fushimi-inari da Linha Keihan.
Por autocarro / ônibus, sair em Fushimi-inari-taisha-mae.
Endereço: 68 Fukakusa, Yabunouchi-cho, Fushimi-ku, Kyoto
Telefone: 075-641-7331
Homepage: http://inari.jp/

Jishu-Jinja
無題4無題5

Quioto é um dos mais famosos lugares turísticos do mundo. Entre os seus inúmeros santuários encontra-se o Jishu-Jinja, situado no lado norte do Templo Kiyomizu-dera.

A divindade deste santuário é Okuninushi. Jishu-Jinja é famoso entre as senhoras mais jovens, pois diz-se que dá boa sorte para o casamento. Segundo a lenda, quem conseguir fazer um caminho de cerca de dezoito metros entre duas pedras, com os olhos fechados, o seu desejo amoroso será realizado.

Juntamente com o Templo Kiyomizu-dera, o Santuário Jishu-Jinja foi classificado como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, em 1994.

ACESSO

Tomar o autocarro/ônibus número 207 em Kawaramachi e sair em Jishu-Jinja (o bilhete custa 230 ienes).
Também pode tomar os autocarros/ônibus número 100 ou 206 na Estação de Quioto e sair em Gojo-zaka.
Telefone: 075-541-2097
Endereço: 1-317, Kiyomizu, Higashiyama-ku Kyoto-shi, Kyoto, 605-0862
Horário : 9:00-17:00

Mercado Taishogun

Mercado Taishogun – “Rua Yokai”

By Yusuke Kishino, Naoya Ito

 

 

Em Quioto, durante a Era Heian (794-1185), corria o boato de que monstros saíam à noite durante a “Procissão dos cem demónios” (em japonês “Hyakki Yagyō”). Estes demónios eram conhecidos como “yokai”, monstros sobrenaturais do folclore japonês que podiam apresentar inúmeras formas (desde animais, a pessoas e também objectos inanimados que tomam vida).

 

Hoje me dia, muitas pessoas vêm ao Mercado Taishogun, para verem representações destes “yokai”. Por isso, o Mercado Taishogun é conhecido como a “Rua Yokai”. Localizado na Avenida Ichijo, na parte norte de Quioto, fica perto do famoso santuário shintoísta Kitano-tenmangu.

無題.3png

A “Rua Yokai” é muito popular, com estátuas dos famosos monstros que divertem as crianças que aqui se deslocam. Esta zona é também palco de vários eventos, junto das lojas. Entre estas lojas, existe uma padaria chamada “Meister”, que vende produtos alimentares alusivos a este tema.

無題.1png無題.2png

 

No dia 25 de cada mês, junto ao Santuário Kitano-tenmangu realiza-se uma feira da ladra (“flea market”), um dia muito animado onde se pode comprar as mais variadas coisas, desde produtos usados a mobília antiga. Uma visita a esta feira da ladra é certamente um dos bons eventos que Quioto oferece aos seus visitantes.

無題

Acesso

Tomar o autocarro / ônibus número 50 ou 101, na Estação de Quioto, e sair em Kitano Tenmangu-mae.

 

Endereço: 75, Okaminocho, Kamigyo-ku Kyoto-shi, KyotoIMG_3704

Mistérios de Quioto

by Yusuke Kishino, Naoya Ito

 

 

Quioto tem uma História muito longa. Ao longo dos séculos, vários eventos aconteceram na cidade, alguns dos quais muito misteriosos. Algumas pessoas pensam até que Quioto é uma entrada para um mundo assombrado.

Mesmo nos dias de hoje, é possível ver alguns desses lugares misteriosos. Aqui apresentamos dois deles.

 

 

Confeitaria Minato-ya (doce de fantasma para criar crianças)IMG_子育飴    

 

Esta confeitaria fica perto do Templo Kiyomizu-dera e do Templo Rokudo Chinno-ji. Nesta loja de atmosfera tranquila são vendidos doces de gosto simples. Contudo, por detrás desta confeitaria, existe uma estória fantástica. Há aproximadamente 400 anos atrás, todos os dias à meia-noite de um dia de verão, uma jovem mulher vinha para a uma confeitaria perto do Templo Rokudo Chinno-jipara comprar um doce. Todos os dias à meia-noite. Ao achar tal facto estranho, um dia o dono da loja decidiu seguir a senhora para descobrir quem seria tal misteriosa pessoa. Assim chegou a um cemitério onde encontrou um bebé a chorar. Ao seu lado, jazia o corpo inanimado de uma senhora. Então o dono da confeitaria adoptou o bebé e a jovem donzela deixou de aparecer na loja. A estória espalhou-se por Quioto e as pessoas da cidade começaram a chamar aos doces desta loja “doce de fantasma para criar crianças”. Diz-se que o bebé cresceu saudável e tornou-se um monge busdista. Já passaram vinte gerações, mas a receita continua igual há 400 anos atrás, sendo muito famosa entre as crianças. O doce “doce de fantasma para criar crianças” custa 500 ienes.

 

IMG_看板IMG_飴屋

Acesso

Endereço: Matsubara-dori Higashi-oji-nishi-iru, Higashiyama-ku, Kyoto

Tel: 075-861-0321

Horário: 10:00-16:00 (encerra à segunda-feira)

Mapa: http://kosodateame.com/access.html

 

 

Ichijo Modoribashi (Ponte do Retorno)

IMG_戻橋3

 

O seu nome significa “Ponte do Retorno” e fica sobre o rio Horikawa. Esta pequena ponte na área norte da cidade de Quioto tem vários episódios que levaram as pessoas a acreditar na sua ligação com o sobrenatural. O mais antigo destes episódios remonta ao séc. X, quando durante um funeral, conta uma lenda que o defunto ressuscitou por breves momentos para se despedir do seu filho neste local.

 

Desde então, esta ponte foi o local escolhido para condenações culos XV e XVI.-

civil dos sil, o defunto ressuscitou por breves momentos para se despedir do seu filho neste local.à morte durante a guerra civil dos séculos XV e XVI. Foi aqui que, em 1597, 26 mártires cristãos do Japão tiveram as suas orelhas cortadas, antes de serem condenados ao exílio por Toyotomi Hideyoshi O mesmo Hideyoshi aqui executou Sen-no Rikyu, um dos fundadores do famoso estilo da cerimónia de ch ereço: Horikawa-shitano-machi, K Quioto.adas. Por outro lado, os jovens que partiam para a Sefgunda Guerra Mundiall.á.

 

A “Ponte do Retorno” tem tanto uma simbologia positiva como negativa. Por um lado, é considerada de má agouro para as noivas, que não desejam regressar à casa onde nasceram como mulheres divorciadas. Por outro lado, os jovens que partiam para a Segunda Guerra Mundial vinham aqui pedir um retorno são e salvo a casa. Não há dúvida que esta ponte é um marco espiritual na cidade de Quioto.IMG_戻橋

 

Endereço: Horikawa-shitano-machi, Kamigyouku, Quioto

Águas Famosas de Quioto

by Shota Furumoto, Shota Ueji, Torakichi Inoue

Aqui apresentamos algumas das mais famosas águas em Quioto.

Gokosui (em Gokonomiya-jinja)

unnamed1

Em primeiro lugar, apresentamos a água do Santuário Gokonomiya-jinja, conhecida pelo nome de Gokosui. Este santuário shintoísta fica a cerca de quatro minutos a pé da Estação Momoyamagoryoumae, na linha Kintetsu. A água Gokosui foi selecionada pelo Ministério do Ambiente como uma das cem melhores de todo o Japão. O nome Gokosui significa “água perfumada” e é realmente uma água muito macia e usada na produção de sake (aguardente de arroz) na região de Fushimi (onde se situa o Santuário). Nesta região situam-se alguns dos maiores produtores de sake de todo o Japão, como a empresa Gekkeikan, por exemplo.
A entrada no Santuário Gokonomiya-jinja é livre e os visitantes podem levar com eles a famosa água Gokusui.
unnamed

ACESSO
Morada: 174 Monzen-Cho Gokonomiya Fushimi-ku, Kyoto
Telefone: 075-611-0559
Horário: 9:00a.m.-4:00p.m.

Gion no Goshin Sui (em Yasaka-jinja)
無題2
Das montanhas Higashiyama, mais precisamente no Santuário Yasaka-jinja, corre a chamada “Água dos Deuses”, em japonês “Gion no Goshin Sui”. Esta água é muito popular entre maikos e geikos, mas também entre algumas pessoas ligadas à indústria de produtos cosméticos.
..無題3

Debaixo do Santuário Yasaka-jinja existe um poço chamado “Ryuketsu”, que diz-se estar ligado a um outro poço chamado “Shinsenen”, situado no Castelo Nijo.

ACESSO

Comboio / Trem: Sair na Estação de Gion-shijo e andar 5 minutos até Yasaka-jinja
Autocarro / Ônibus: Descer no ponto de ônibus de Gion e andar a pé até Yasaka-jinja

Endereço: Kyoto-shi Higashiyama-ku Gion-cho 625
Telefone: 075-561-6155

Kame no I (em Matsuo taisha)
無題4

A terceira água aqui apresentada chama-se “Kame no I”, de um poço do Santuário Matsuo Taisha (também conhecido por Matsunoo). Fundado no ano 701, e mais antigo do que a própria cidade de Quioto, este santuário fica em Arashiyama, uma zona de belas montanhas e muita natureza.

A água de “Kame no I” ficou famosa pelas suas qualidades restaurativas, mas também é muito utilizada pelos melhores produtores de sake desta região.
無題5

ACESSO

Autocarro / Ônibus nº73 ou nº83 desde a Estação de Quioto, para Matuo Taisha (o bilhete custa 230 ienes). Também se pode aceder por comboio / trem, na linha Arashiyama Hankyu (Estação Matsuo-taisha).
Telefone: 075-871-5016
Endereço: 3 Arashiyama-miyamachi, Nishikyo-ku, Kyoto 616-0024

Ruas de Quioto

By Shota Ueji, Shota Furumoto, & Yusuke Kishino

Antigamente, Quioto era a capital do Japão. Era aqui que o Imperador morava e por estas ruas passeava. As ruas de Quioto cruzam-se verticalmente, tal como um tabuleiro de xadrez. Hoje em dia, a capital do Japão é Tóquio, mas muitas pessoas continuam a passar por estas ruas, muitas crianças aqui brincam e até muitos carros e comboios / trens passam de dia e de noite.

Aqui apresentamos algumas das ruas mais belas da velha Miyako, o nome antigo de Quioto.

O Caminho dos filósofos

O “Caminho dos filósofos” fica no bairro Sakyo-ku, entre o Templo de Prata (Ginkaku-ji) e o Templo Nanzen-ji. É um dos caminhos pedestres mais famosos não só de Quioto, mas de todo o Japão.

Começando no Templo de Prata (Ginkaku-ji) no norte de Quioto, anda-se para sul num trajeto que fica cheio de cerejeiras em flor, no mês de abril.

哲学の道1改

O Caminho dos filósofos deve o seu nome a Kitaro Nishida, um dos filósofos japoneses mais conhecidos do séc. XX e antigo professor na Universidade de Quioto. Kitaro Nishida passeava neste caminho, meditando, num passeio que pode demorar cerca de trinta minutos a pé.

Durante a época das cerejeiras em flor, em abril, muitas pessoas vêm aqui fazer o “hanami”, um piquenique de estilo japonês junto com a natureza.

哲学の道2改

A rua do bambu

Em todo o Japão, há muitas árvores de bambu, mas algumas dos bosques de bambu em Quioto são particularmente belos. Por exemplo, perto da região de Arashiyama, no lado ocidental da cidade (bairro de Ukyo-ku).

Um caminho rodeado de árvores de bambu é uma das imagens mais conhecidas de Quioto. Pode-se visitar esta rua a partir da rua principal de Arashiayma, andando um pouco a norte da entrada do Templo Tenryu-ji.

Caminhando lentamente por este caminho, pode-se sentir o cheiro do bambu e os raios de sol que desces pelas folhagens.

São muitos os turistas que aqui vêm nos fins-de-semana e feriados.
竹林の小道改

Rua de Pontocho

Mesmo no centro da cidade, há uma rua chamada Pontocho, perto do Rio Kamogawa. Pontocho é uma rua movimentada, famosa pelas suas suas casas de chá e que preserva a arquitetura de séculos passados.

Diz-se que a origem da palavra “Pontocho” é a palavra portuguesa “ponto” com a palavra japonesa “cho”, que significa “bairro”.

先斗町1改